Economista, Terapeuta Comportamental, Instrutor MASTER MIND, especialista em Marketing, Escritor e Conferencista

Planejamento Obrigatório

Soube através de um amigo chamado Paulo Pessoa, assessor do congresso nacional, que está tramitando um projeto na casa que torna o plano de governo do candidato ao executivo, em PPA, ou seja, em plano plurianual. Seria a profissionalização do político. Atualmente, o candidato fala qualquer coisa e só terá que responder nas próximas eleições quando os adversários questionam para desmascarar a incompetência.

O que deveria ser?

Para se tentar evitar os maiores problemas que acometem as cidades brasileiras, seria preciso institucionalizar – se, de preferência por lei, o planejamento urbano. Que passaria a ser obrigatório, rotineiro e flexível ao mesmo tempo.
As chuvas mostram sempre e constantemente – nos deslizamentos de terra, nas enchentes – que o poder público nas cidades segue dois padrões de comportamento: a omissão sistemática e a hiperatividade súbita e neurótica. A omissão sistemática representa a falta absoluta de planejamento que venha a prevenir catástrofes. E a hiperatividade neurótica aparece mais claramente quando o problema vem á tona com o rol de vítimas e com as conseqüências que poderiam ter sido evitadas. Em outras palavras: se este planejamento fosse rotineiro, previsto em lei e com acompanhamento dos setores responsáveis isto poderia ser previsto a como se diz na arte da guerra: Se existe um por cento de algo dar errado tem que se preparar para ele.
Promessas pós tragédias
Em vez de práticas prévias, o que acorre é o que todos sabemos: depois de arrombada a porta, procura – se encontrar uma tranca. As soluções são pontuais. Promete se que vai resolver tudo e resolve se nada.
O que queremos?

Querer um planejamento rotineiro é quase um sonho. Mas é possível! De qualquer forma, os partidos estão se articulando muito nesse período de caça talentos que vai até 30 de setembro desse ano. Esperamos que eles façam o dever de casa de procurar pessoas que saibam fazer votos e planos. As pessoas públicas desse país precisam ficar do tamanho do país, caso contrário também serão alijados do processo. Afinal, como dizia Carlos Drummond de Andrade, até o progresso é uma fatalidade.

Mais uma semana

Toda a eleição que participo sempre escuto políticos que perdem a eleição dizer: se tivesse mais uma semana nós virávamos a eleição. Tenho uma boa notícia, ano que vem a eleição terá mais uma semana, será no dia 7 de outubro. Espero que esta semana a mais sirva para eles se prepararem melhor. O último amador que se deu bem no Brasil foi o Amador Aguiar, fundador do Bradesco e mesmo assim já morreu. Chega de amadorismo.

E você?

Como vem planejando a sua vida?

36 comentários para “Planejamento Obrigatório”

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